quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

Procrastinação.

Se pudéssemos juntar procrastinação e narcolepsia, o que teríamos?
Da narcolepsia me livrei, mas e o resto?

Preguiça?
Procrastinação?
Ou falta de vergonha na cara?

Sejam bonzinhos...

Preciso ler, preciso estudar... Tantos "precisos"!
E começa tudo outra vez.

Seis interrogações em oito frases. Absurdo?
Sete.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Mas eu queria tanto conseguir manter um blog!
Postar todos os dias, ou em algum intervalo de tempo, sobre assuntos parecidos, etc, mas não consigo.
D:

Como dica, deixo o Arbustos e All Star, com uma simplória(como ela se define) e adorável jornalista fazendo parte da equipe.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

de volta pra casa...

"Mas nada vai conseguir mudar o que ficou.
Quando penso em alguém, só penso em você.
E aí, então, estamos bem."

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

TDA?

Depois de encontrar o livro da Ana Beatriz("Mentes Inquietas"), tive certeza de que eu tenho esse tal TDA.
Conforta saber que não sou a única com aqueles sentimentos, aquelas vontades.
E, pra variar, encontrei um texto pelos blogs da vida, com o qual me identifiquei muito e que, por um bom tempo, ocupou o "about me" no meu perfil no orkut.
Aí vai!:

"Vivo nas alturas,
Parece que o cérebro nasceu virado de ponta cabeça.
Assim como tudo em volta fica virado.
Já nem sei onde coloquei documentos importantes.
Onde deveria ter ido e o que deveria ter feito.
O tempo parece longo demais e curto para os planos.
Tento parar e, quando vejo, já estou em outro mundo.
Vivo na lua e nas histórias em quadrinhos.
Quero ser uma Ayrton Senna na vida, sempre veloz.
Sonho acordada e não paro nenhum segundo.
Não encaixo em qualquer lugar e quero correr e fazer tudo que penso agora.
Não aprendo tudo, mas, quando faço aprendo sozinha.
Não adapto a tudo porque exijo mudança constante.
Deixo escapar capítulos do dia e vivo cavalgando.
Não sou disciplinada e não tenho botão desliga
Vivo resolvendo tudo e afundando em frustrações.
Por onde passei deixei um sinal de furacão.
Sou criativa e sem mais nem menos surgem idéias malucas.
Vivo perguntando se estou no lugar certo.
Quebro facilmente objetos e me quebro junto.
A medicina acha um mistério e vive tentando descobrir que parafuso apertar.
Vivo tudo intensamente sem medo e no fim sempre deprimo com decepções.
Mudo freqüentemente de humor por causa da extrema sensibilidade.
Entro sempre na hora errada e interrompo tudo por isso sou marcante.
Vivo a vida sem a noção.
...
Afinal, apesar de tantos desafios amo viver “

Gleici Keli Soares


Boa noite!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

"Tudo e nada"

"Temos, finalmente, o 'tudo e nada'.
O 'nada' é o que fica à nossa volta, quando estamos juntos.
E, quando estamos separados pela distância física, o 'tudo' é o que reina, em nossas mentes e corações."

Me fazes assim, me inspiras.
- Que dure para sempre...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

"De quantos amores é feita uma mulher?"
Do último e mais intenso beijo.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

sábado, 19 de setembro de 2009

De mesmo sobrenome

A gente nunca acredita nas coisas,
até que acontece com a gente.
Conhecer uma pessoa tão incrível, mas que optou por uma caminhada solitária, pode fazer sofrer.
Mas quem sou eu pra querer tentar mudar decisões alheias desse tipo.
Seria como tentar me fazer parar de olhar para o céu em momentos de alegria ou de dor.
Lembranças ficarão, como momentos bonitos que vivi.
Das lágrimas não quero mais me lembrar, a não ser de quando a felicidade transbordou pelos meus olhos.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

"Porque metade de mim é amor,

e a outra metade também."

Mas onde está?
Naquela casa, naquela empresa, será?

Chegue logo, outubro. Já sinto saudade!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Ao avesso, mais uma vez.

P.s.: Peço desculpas se alguém entra aqui e dá de cara com um desabafo desses, desculpa!
Mas preciso, sabe?!
Não quer ler, compreendo. Mas peço que respeite o meu espaço.
E agradeço a quem tá sempre tentando me ajudar.
Sei que não é taaaaanta gente que visita esse espaço, e me surpreendo quando tem comentários nos posts. Mas fico feliz, muito, quando vejo que alguém se identifica e/ou que quer me ajudar, com conselhos, etc.
Isso me faz muito melhor. Agradeço mesmo, de coração!

Lágrimas, soluços, falta de ar...

O que fazer quando perdemos alguém?
Esse alguém ainda está ali, na sua frente, mas parece estar com o pensamento longe, em qualquer coisa, menos em você.
Tô sem chão, sem rumo.
O que fazer, o que fazer?

Preciso te matar em mim, antes que me destruas por completo.
Esse tempo todo tens-me feito morrer lentamente.
E como dói.
Já não tenho mais forças para lutar pela nossa relação.
E me faz ainda mais triste lembrar dos bons momentos, das risadas, daquelas conversas que não eram de mãe pra filha, mas de mulher pra mulher.
Aaaaaaaaah, que saudade!
Já não bastava perder pra sempre uma heroína, a minha avó?!

É, acho que estou enlouquecendo.

domingo, 23 de agosto de 2009

É,

...postar no blog faz bem. nada que substitua o meu velho amigo caderno, mas, convenhamos, digitar é bem mais fácil. as idéias fluem melhor, porque não ficam presas, escorrem mais rápido pelo teclado, contrastando com a demora das mãos ao manusear a caneta pelas folhas.

e tudo começa no twitter!
as letras não cabem, e venho eu lançá-las aqui.
pra que leiam?
pode ser. fico feliz se gostam.
mas posto pra mim, pra livrar-me de sensações, ou, quem sabe, dar continuidade à elas.

"Onde está o meu amor?
Quem será, com quem se parece?"

Num domingo qualquer...

Essa coisa de perfil no orkut é estranha.
Às vezes invento de preencher algum campo, e desatino a digitar!
A última foi:
"In my bedroom you ill find: Tanta coisa e nada ao mesmo tempo.

A solidão é o segredo, chave de quem procura se encontrar e nunca o faz, fica perdido em meio à letras, números e tantos (tantos!) bites."

Verdade total, mas, ainda sim, confusa.
Sinto-me imersa nessa solidão.
Hm, acredito que dinheiro resolveria o meu problema!
Quer coisa melhor que poder sair por aí, pra onde quiser, ver o que quiser, visitar amigos, museus, assistir shows?
Se dinheiro não traz felicidade, diga-me, como fazer tais coisas anteriormente citadas sem ele?
Se houver solução, suplico que me apresentem, pois não vivo mais, somente existo.

sábado, 1 de agosto de 2009

Que livro você é?

Navegando por esses mares, encontrei em um dos portos (Sorrir Chorando, do Juliano) um teste pra sabermos que livro nacional somos.
Confesso que lágrimas brotaram após ler o resultado.
É, me emocionei.

Sou "Antologia Poética", de Carlos Drummond de Andrade

"O primeiro amor passou / O segundo amor passou / O terceiro amor passou / Mas o coração continua". Estes versos tocam você, pois você também observa a vida poeticamente. E não são só os sentimentos que te inspiram. Pequenas experiências do cotidiano – aquela moça que passa correndo com o buquê de flores, o vizinho que cantarola ao buscar o jornal na porta – emocionam você. Seu olhar é doce, mas também perspicaz.
"Antologia poética" (1962), de Drummond, um dos nossos grandes poetas, também reúne essas qualidades. Seus poemas são singelos e sagazes ao mesmo tempo, provando que não é preciso ser duro para entender as sutilezas do cotidiano.

Pra quem quiser fazer o teste também, esse é o link: http://educarparacrescer.abril.uol.com.br/leitura/testes/livro-nacional.shtml


Câmbio, desligo.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

"-Tá estudando?"

Abrir a porta do quarto e dizer isso é tudo o que ele sabe fazer.

Quer dizer, tudo o que eu faço é inútil, não serve.
Se estou usando o computador, estou errada, porque computador é coisa de viciado em internet, só serve pra besteiras, pra homens maus seduzirem menininhas indefesas (eu, claro, segundo ele mesmo).
Se estiver com uma revista em mãos, tô lendo futilidades.
Se tendo tocar uma música no violão, deveria estar estudando.
Se saio de casa, só quero gandaia.

Mas que coisa!
Como ser feliz desse jeito?

Meu avô, meu herói,
mas também um que sabe mentir, e destruir alguns dos sonhos meus.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

What's going on?

Postei frases ontem no twitter, pra contar uma pequena história, fazer uma pergunta, mas quero reuni-las aqui...

What's going on?
Ah, essa frase tem uma coisa curiosa.
Alguns restaurantes forram as mesas com papel, e a mão nervosa aqui sempre pega uma caneta p/ rabiscar.
Uma frase que quase sempre saía era "What's going on?".
Comecei a achar estranho.
Por que eu nunca sabia? Só comigo acontecia?
E certa vez, num restaurante com a minha mãe, peguei a caneta, mais uma vez.
Fiquei surpresa quando ela disse que tinha a mesma mania.
Não só a mesma mania, como a mesma pergunta, a mesma dúvida "What's going on? What's going on?"
Será que é da idade, ou vai de cada um?
Também acontece com vocês?

Postado ontem no meu twitter, por volta das 12:30.

Bom dia.

E mudei o link do blog de novo!

Se alguém quiser seguir no twitter, aí vai o link!
http://twitter.com/thainadutra
;)

sábado, 11 de julho de 2009

Falling in love?

Subi no muro pra fotografar o sol nascendo hoje de manhã
e vi o teu sorriso, imenso.
Confesso que isso nunca tinha acontecido antes,
e eu achava que era coisa de filme ou de novela.
Sem conversa, sem "blablablá",
me permitindo falar:
Acho que estou caindo,
caindo em direção ao belo, mesmo que desconhecido,
caindo de amores.
Agora lembro-me de quando disseram que sou apaixonante.
Percebo que sou, então, a apaixonante sempre apaixonada.
Cada dia mais, uma paixão diferente a cada esquina, a cada olhar...
Paixão pela vida também, por tudo.
E dessa vez, paixão por um sorriso, pela tua voz, tua presença.

"Vamos viver tudo o que há pra viver, vamos nos permitir!"

Preciso me permitir, PRECISO!
E tu, vens comigo?!


Bom dia, e um obrigada a quem comenta aqui, a quem lê meus desabafos!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

One more time.

Lua cheia ontem, que coisa mais linda!
Aquela lua amarelada que ilustrava o nosso encontro...
Ah, despedir-se é tão difícil!
Mas fico feliz ao saber que terei teu abraço novamente em alguns dias.
E enquanto esse momento não vem, lembrarei do teu rosto em meu colo, dos teus olhos cerrados, e dos sorrisos mais espontâneos.